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NotíciasNovas Maravilhas Tibianas

Novas Maravilhas Tibianas – Capítulo VII: Statue of God King Qjell

Dani
22 de março de 2026
6 Mins Read
221 Views
0 Comments

Em março de 2015, Amaro de Quester, a Guilda dos Aventureiros e a Sociedade dos Exploradores convocaram uma eleição (confira a notícia oficial aqui) para escolher as 8 novas maravilhas tibianas. Antigamente, os monumentos consagrados eram: o Colosso de Kazordoon; a Black Pyramid de Dracônia; o Great Lighthouse Tree de Ab’Dendriel; a Thorntower de Shadowthorn; a cidade subterrânea de Mintwallin; a cidade pirâmide de Ankrahmun; a Black City of Skulls e a Great Lava Falls, ambos em Hellgate. Com a expansão do mundo tibiano, novas obras-primas foram construídas e Amaro achou prudente dividir com os tibianos o direito de escolha das novas maravilhas do Tibia.
Os monumentos vencedores foram os seguintes:
  • Demona (Capítulo IV)
  • Dark Cathedral (Capítulo II)
  • Statue of God King Qjell (Capítulo VII)
  • Drefia (Capítulo III)
  • White Raven Monastery (Capítulo VIII) – em breve
  • Banuta (Capítulo I)
  • Noodles Academy of Modern Magic (Capítulo VI)
  • Inner city of Yalahar (Capítulo V)

Depois de um longo período de pausa nessa saga, finalmente retomamos para concluir as histórias das novas maravilhas tibianas. A maravilha da vez é a que mais levanta questões filosóficas e, talvez, seja a mais perturbadora da lista: a Statue of God King Qjell. Prepare-se, porque essa história não acontece em terra firme. Precisamos ir bem mais fundo. Então senta que lá vem história!


No fundo do mar

Há algo profundamente inquietante na ideia de que, enquanto tibianos batalham por terra, conquistam cavernas e debatem política em Thais, existe uma civilização inteira vivendo nas profundezas do oceano. Uma civilização completamente alheia a tudo isso, seguindo suas próprias leis, sua própria religião e sua própria hierarquia.
Essa civilização se autodenomina Njey. Você provavelmente os conhece pelo nome que os pesquisadores de superfície lhes deram: os Deeplings.
Os Njey habitam Fiehonja, uma cidade submersa no coração das águas geladas do Tibia. Templos cobertos de algas, corredores banhados por correntes, e uma estrutura social rígida dividida em castas, sendo elas: guerreiros, trabalhadores, guardas, magos. Tudo organizado em torno de um único ponto central de fé: o seu Deus-Rei, o Qjell.

A Primeira Vinda

No começo de tudo os Njey viviam nas sombras do fundo do oceano. Não por escolha, havia uma energia maligna que tinha se espalhado pelas profundezas onde habitavam, tornando-os seres fracos, privados de luz. Os mais fracos morriam. Os mais fortes sobreviviam por pouco. Por séculos, essa raça perambulou pelas trevas, chegando perigosamente perto da extinção.
Até que surgiu Qjell.
Ele foi o único que se atreveu a fazer o que nenhum outro havia feito: subir à superfície em busca de luz. E a voltar, ele trouxe a luz de volta para o seu povo, salvando toda a raça. Esse momento ficou conhecido entre os Njey como “A Primeira Vinda” e Qjell tornou-se seu Deus-Rei. Um ser de devoção absoluta que se tornou presente na cultura, na arquitetura e em cada canto de Fiehonja. Com Qjell, os Njey floresceram. Construíram corredores, salões, templos e bibliotecas. Desenvolveram sua própria linguagem, o Jekhr. Tudo em nome do seu Deus-Rei.
Certo dia Qjell partiu novamente para a superfície. Ele nunca retornou.

Os Njey esperaram. Continuaram se desenvolvendo, continuaram acreditando enquanto aguardavam o retorno dele.

Um deus que ninguém vê

Os Deeplings nunca viram Qjell. Não existe registro de um único Njey que tenha olhado nos olhos do seu deus. A doutrina diz que Qjell está em toda parte, que ele observa tudo, que sua presença permeia cada corrente de água que toca em Fiehonja. E os Njey aceitaram isso. Construíram templos para ele. Esculpiram sua imagem. Criaram rituais, sacrifícios e hierarquias inteiras baseadas na sua vontade.

No ponto mais alto de Fiehonja, no que os Njey chamam de Apex of Worship, ergue-se uma estátua colossal: a estátua de God King Qjell, imponente, eterna, e conectada a cidade como um eixo de poder espiritual. É de tirar o fôlego. Pena que seja uma grande mentira.

O Navegador

Há muito tempo, um navegador humano naufragou em alto mar. Os detalhes se perderam, não se sabe o nome do navio, a data, a rota. O que sabemos é que esse homem não morreu afogado. Ele desceu. Equipado com uma roupa de mergulho e com uma luz fraca que brilhava na escuridão do fundo do mar, ele foi cada vez mais fundo, até encontrar os Njey.
E os Njey ao verem uma figura humana descer pelas trevas com uma luz, exatamente como imaginavam que seu deus invisível apareceria, chegaram a uma conclusão imediata. Era Qjell. Sua chegada foi registrada como “A Segunda Vinda”.
Segundo seus próprios relatos, o Navegador afirma ter reescrito praticamente toda a história dos Njey. Guiou os Deeplings, deu ordens, moldou sua cultura. Ele se comunicava com a civilização inteira através de funis que levavam sua voz por toda a região permitindo que influenciasse o que acontecia sem jamais aparecer. Invisível como um deus deveria ser.

Caro leitor, se você acha que Goshnar foi o traidor mais oportunista da história tibiana, eu peço que reconsidere. Goshnar mudou de lado conscientemente, em uma guerra que já existia. O Navegador encontrou uma civilização inteira que nunca havia visto seu deus, colocou a máscara e disse: “Sou eu.”

O preço da divindade

Aqui chegamos à parte mais sombria da história. A roupa de mergulho que mantinha o Navegador vivo no fundo do mar tem uma característica peculiar. Com o tempo, ela se funde ao corpo do usuário. É um processo inevitável. E depois de um certo ponto, não há retorno.
O Navegador, em algum momento entre a descoberta e a dominação, percebeu que não poderia mais voltar à superfície. A roupa que o protegia tornou-se parte dele. Mantinha-se vivo como um refém como ele mesmo disse. Ele estava vivo, no fundo do mar, para sempre, sendo adorado como um deus por uma civilização que talvez nunca saberá a verdade. Tragédia ou karma?

O que a estátua representa

A Estátua do Deus-Rei Qjell é a maravilha mais estranha desta série, porque ela não representa grandiosidade, nem conquista, nem história. Ela representa uma identidade que nunca existiu, esculpida por mãos que nunca viram o rosto do que tentavam retratar.
Os Njey construíram aquela estátua com devoção absoluta. Para eles, é o monumento mais sagrado do mundo conhecido. Para nós, que sabemos o que está por trás dela, é o retrato de uma das maiores fraudes da história tibiana.

E ainda assim, está lá. Imponente. Perfeita. No topo do Apex of Worship, conectada a cada canto de Fiehonja, irradiando a autoridade de um deus que, no fundo do mar, ainda está vivo preso em sua própria fantasia.

Da próxima vez que você ouvir falar em uma criatura das profundezas do oceano, talvez valha a pena lembrar: elas têm um deus. Só que ele não é o que pensam que é.

 

As fontes utilizadas incluíram livros espalhados pelo Tibia e também a criatividade ou não da autora para complementar as brechas na história.

Caso tenha perdido algum capítulo das Novas Maravilhas Tibianas, leia todos aqui.

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